sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Chamadas do dia 22.08.2014

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Curiosidade


Filhos diferentes




Quando a oferta é demais, desconfie. Ninguém vai sair pela rua oferecendo dinheiro a troco de nada ou quase nada. A arma do estelionatário é o poder de convencimento, a persuasão. Abaixo, algumas dicas para ficar longe das tentativas de golpistas:



A vez da comida de rua e dos food trucks



Saúde


Fundação Reviver em semana de sorvete de massa na casquinha assada de pastel


Desfile cívico homenageia os 197 anos de Araraquara



Festival do Pastel & Caldo de Cana na sexta edição atinge objetivos de realização



Sebrae abre inscrições para oficina de plano de marketing


Levítico


Caramez e Vanzelli lutam pela reforma da Quadra de Esportes de Trabiju para desenvolver turismo local



Carros Antigos




Jovens trabijuenses recebem Certificado de Dispensa do Serviço Militar
 O 2º tenente José Costa Nascimento Correa, delegado da 5ª CSM de São Carlos

 A Bandeira Brasileira, de São Paulo e Trabiju foram trazidas por atiradores do Tiro de Guerra de Araraquara

Onze Jovens receberam o Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI)
Fotos: Antonio L.Teixeira

A solenidade de entrega do CDI (Certificado de Dispensa de Incorporação) a 11 jovens de Trabiju, dispensados do Serviço Militar, aconteceu na tarde da terça feira (19) no Cine Teatro Municipal.  
O 2° tenente José Costa nascimento Correa, delegado da 5ª Circunscrição do Serviço Militar (CSM) de São Carlos, comandou os jovens no ritual da entrega. Os11 participantes prestaram juramento a Bandeira. Em seguida, o prefeito Fabrício Vanzelli, presidente da 207ª Junta do Serviço Militar, foi convidado a se pronunciar. Fabrício agradeceu as autoridades,pais, reservistas e aos demais presentes. Ilustrou a sua fala com a história do empresário João Blota, que viveu boa parte da sua vida no mundo das drogas e conseguiu dar a volta por cima e vencer este mal. Em seguida, aconselhou aos jovens para que nunca entrem no mundo das drogas e que honrem o documento que iriam receber. Por fim, Vanzelli desejou que todos tivessem muito sucesso em suas vidas.
Na sequência os jovens um a um foram chamados a frente da mesa onde das mãos das autoridades presentes, dos pais ou padrinhos, receberam o Certificado Militar.
A solenidade contou também com as presenças do tenente R/1, Luiz Possatto, do tenente Celso, instrutor do Tiro de Guerra de Araraquara, de Marilaura Veneziano, secretária da 207ª JSM de Trabiju, do vereador Cido Bitar e do diretor de Educação do município Luiz Carlos Pazzatto.

Carros Antigos













Quem possui um veículo antigo bem conservado, em uso e mantendo suas peças originais tem uma verdadeira joia, que retrata a história e o desenvolvimento da fabricação de automóveis no Brasil. Os carros antigos são venerados por muitas pessoas e, inclusive, são expostos em reuniões muito concorridas, que são realizadas periodicamente em vários cidades do Brasil.
Dentre os precursores da indústria automobilística nacional vêm-nos logo à memória, de imediato, os “fuscas”, carros fabricados pela Volkswagen, de baixa manutenção, refrigerados a ar, com duas portas e motor traseiro O fusca era o “xodó” de todo automobilista, posto que era pequeno, versátil, e com um modelo diferente dos demais veículos. Era conhecido como “besouro”. A Kombi, que era um veículo mais utilizado para o transporte de cargas, mas que podia transportar até nove passageiros, até pouco tempo fabricado pela Volkswagen, se caracterizava pela robustez e pela grande abertura lateral que possibilitava a entrada de carga ou de passageiros com maior facilidade.
Também deixaram muita saudade os carros fabricados pela Vemag, que era a razão social da indústria automobilística Veículos e Máquinas Agrícolas S/A, ou seja, os DKW, nos modelos de quatro portas, camionete e utilitário, (este último com o nome de Candango) de características peculiares, sem cárter, com motor de dois tempos, funcionando com o óleo lubrificante misturado à gasolina e ruído diferente dos demais veículos. Os Vemag, ou melhor, os DKW possuíam um charme especial, principalmente o modelo “Fissore”, mais luxuoso, com linhas mais arrojadas e que veio depois do lançamento dos demais modelos.
A Renault também se fez presente com seus pequenos carros Dauphine e Gordine, simpáticos veículos de quatro portas e muito econômicos. Esses carros, que antecederam o mais potente e veloz modelo 1093 possuíam também o motor situado na parte traseira e o porta bagagem na dianteira. A Willys, fabricante dos utilitários jipe e rural, que era uma camionete robusta, mais alta que os demais veículos, própria para utilização no campo, embora muito utilizada também nas cidades, produzia também o Aero Willys, veículo de passeio, com quatro portas, que possuía uma característica mais social. É de recordar, também, dos Simca Chambord, com seus oito cilindros, de modelo arrojado, com quatro portas, que ganhou depois um irmão, na versão camionete. Os Simca eram carros charmosos, luxuosos, com linhas aerodinâmicas e futuristas. Há que se falar também do Chevrolet Opala, muito resistente, nas versões de duas e quatro portas, além da versão camionete denominada “Caravan” todos fabricados pela General Motors. O Ford Galaxie, com suas quatro portas e amplo porta malas, tão confortável quanto luxuoso, também em razão de seu porte era muito utilizado por executivos. Finalmente os Dodge Dart devem ser lembrados como veículos muito potentes e confortáveis, luxuosos, amplos, com grande porta bagagem e linha sóbria.
Para os saudosistas ainda resta a oportunidade de rever esses veículos em exposições de automóveis antigos, de colecionadores que os mantém muito conservados, como se estivessem saindo da linha de fabricação. Algumas exposições importantes ocorrem periodicamente  em todo o Pais. E ao se rever um carro desses não se deve elogiar seu proprietário pelo seu “carro velho”, pois isso será ofensa. O elogio deve ser pelo seu “carro antigo”, em razão do cuidado e do carinho que esses preservadores da história do automobilismo possuem por essas relíquias.    

Caramez e Vanzelli lutam pela reforma da Quadra de Esportes de Trabiju para desenvolver turismo local

 Prefeito Fabricio Vanzelli com o deputado João Caramez

A Reunião tratou de interesses do município e região

 O prefeito Fabricio Vanzelli com o deputado João Caramez e o vice-prefeito Marcos Rodrigues

 A terminada a reunião o prefeito levou o deputado para conhecer o comércio e as obras que estão sendo realizadas na cidade

Caramez com funcionárias e proprietária de um restaurante da cidade
Fotos: Antonio L.Teixeira

Recentemente o deputado estadual João Caramez visitou o município de Trabiju. Na ocasião, participou de reunião com prefeito Fabrício Vanzelli, o vice-prefeito Marcos Rodrigues, o presidente da Câmara Municipal, Giovane Ferro, e os vereadores Oswaldo Pedreiro e Vânia Evangelista, onde discutiu sobre as necessidades do município e região. Em especial, conversaram sobre obras importantes como a reforma da quadra de esportes, que é utilizada para eventos culturais da cidade e está localizada no Centro de Lazer do Trabalhador Trabijuense.
“A reforma da quadra possibilitará o desenvolvimento turístico da cidade e a manter as tradições culturais do município”, disse o prefeito que agradeceu o apoio do deputado Caramez na luta para obter convênio junto ao Estado para a realização da benfeitoria. “João é um grande parceiro de Trabiju, no ano passado, intermediou audiência no Palácio dos Bandeirantes, oportunidade em que fizemos o pleito desta importante obra para a cidade”, explicou Vanzelli referindo-se a audiência com o secretário-chefe da Casa Civil, Edson Aparecido, em setembro de 2013, onde juntamente com Caramez solicitou a obra ao Governo do Estado.
Caramez que é coordenador da Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento dos Municípios de Interesse Turístico falou da importância do investimento em obras que garantam o desenvolvimento do potencial turístico do município. “O turismo gera mais emprego e desenvolvimento ao município, por isso, lutamos para que Trabiju reforme a quadra poliesportiva e ofereça a sua comunidade e visitantes uma opção de lazer dentro do Centro de Lazer do Trabalhador Trabijuense”, informou Caramez que luta pela aprovação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo do Projeto de Lei Complementar 32/12, que estabelece condições e requisitos para a classificação de estâncias e municípios de interesse turístico e da Proposta de Emenda Constitucional nº 11/2013, do governador Geraldo Alckmin, que possibilitará a ampliação do universo de municípios a serem beneficiados com recursos do DADE.
Texto: Assessoria de Imprensa deputado Caramez

Curiosidade

A origem do azul

As cores são um elemento cotidiano capaz de revelar muitos aspectos de uma mesma cultura. Frequentemente, vemos que uma pigmentação é associada a um certo estado de espírito. Nas línguas anglo-saxônicas, “estar azul” significa entregar-se à tristeza. Para nós brasileiros, em contrapartida, o azul é utilizado para toda situação em que fatos acontecem conforme o esperado. Em várias outras culturas, a cor da roupa pode ser um instrumento capaz de repassar um amplo número de informações.
Quando falamos aqui da “origem do azul”, não temos condições de falar sobre a exata data em que essa cor foi inventada. Na verdade, os diferentes povos espalhados pelo mundo empregavam técnicas, plantas, óleos e outras substâncias para a obtenção deste mesmo tom. Há cinco mil anos, os egípcios usavam uma pedra semipreciosa (lápis lazuli) para fabricar tal coloração. Em contrapartida, os romanos, não acostumados com a cor, faziam questão de associá-la aos olhos claros dos bárbaros.
No período medieval, o vermelho, o preto e o branco eram ostensivamente utilizados para a construção de iluminuras e outros tipos de telas. O uso do vermelho nas roupas indicava a condição de nobreza de um indivíduo. Os camponeses e pessoas com menos condições financeiras faziam o uso de tecidos azuis. Para se obter a cor, era promovida a extração de um pigmento chamado “ísatis” ou “pastel-de-tintureiro”.
Nessa época, os artesãos deixavam a planta fermentando com a urina humana. Algum tempo depois, alguns observaram que a adição de álcool poderia acelerar a reação. Com isso, vários artesãos se embebedavam com a desculpa de que tinham de tingir um tecido de azul. Ao longo do tempo, essa prática fez com que os alemães associassem a embriaguez com a expressão “ficar azul”.
No contexto das grandes navegações, os europeus conheceram o pigmento índigo indiano, obtido com o uso de uma planta oriental. Antes disso, os europeus tinham grandes dificuldades para produzir tintas azuis, já que a escassez de pedras de lápis lazuli era tremenda. Visando à proteção de seus interesses comerciais, muitos mercadores dessa época instituíram a proibição da comercialização de tecidos azuis que não fossem fabricados a partir da ísatis.
No século XVIII, uma experiência com a oxidação de ferro acabou oferecendo acidentalmente o pigmento azul-da-prússia. Do ponto de vista econômico, a descoberta veio a baratear os processos de tingimento e a própria fabricação das tintas empregadas na fabricação de quadros e telas. Vivendo já o contexto da Revolução Industrial, vemos que o desenvolvimento da química proporcionou a fabricação de vários tons e cores manipulados artificialmente. Incluindo o azul!

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

Levítico

José Enéas de Carvalho
Livro Pentateuco, fonte de rituais...
Cenário da liturgia do povo cristão,
Onde Deus através do sacerdote Arão,
Determina suas leis e cerimoniais.

Manual pra conduta do povo escolhido,
Que Deus consagrou dentro de uma aliança,
E com Sua bondade acolhe com segurança.
Todos que seguem sem rumo, e perdidos.

É por excelência o livro de adoração,
A mostrar como se deve a Deus adorar,
E fugir dos deleites do povo pagão!

Mostra que Deus é Santo e cheio de bondade!
E aos remidos vem com esplendor exaltar.
Pois é Senhor cheio de amor e Santidade.

Leiam todo o Livro da Bíblia.

Sebrae abre inscrições para oficina de plano de marketing

 Objetivo é conhecer estratégias e analisar oportunidades de negócio com foco no mercado   
Com uma carga horária de 8 horas, divididas entre os dias 25 e 26 de agosto, das 19h às 23h, o oficina do Sebrae "Plano de marketing na medida" está com inscrições abertas para micro e pequenas empresas de Araraquara e região pelos telefones 16 3332-3590 e 0800 570 0800. O investimento para participar é de R$ 50.
O objetivo é orientar os empreendedores como montar um plano de marketing com foco no mercado. Os principais assuntos abordados serão análise interna e externa da empresa, análise de ambiente, oportunidades e viabilidade de negócio, objetivos estratégicos, perfil de clientes, diferenciais, mix de marketing, plano de ações e monitoramento.  
"A retração do consumo e a forte concorrência no mercado aumentam o desafio do empresário de conquistar clientes, aumentar as vendas e o faturamento da empresa. Quem não é visto fica para trás e perde oportunidade de se diferenciar para se manter competitivo", explica o consultor de marketing, Marcelo Martho, do Sebrae-SP Araraquara. Ele reforça que o consumidor tem cada vez mais opções de compra e acesso à informação, então apenas oferecer bons produtos e serviços não basta, é preciso criar uma imagem positiva e chegar até o cliente. "A oficina reúne os principais caminhos para ajudar as empresas nessa tarefa".
A unidade regional do Sebrae-SP mantém atendimento gratuito, aberto ao público, de segunda à sexta, das 9h às 17h, e fica na Avenida Maria Antonia Camargo de Oliveira (Via Expressa), 2903, em Araraquara.